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NOSSOS ORIXÁS

 

    A Umbanda cultua e manipula as vibrações dos seguintes Orixás:

 

 

Clique abaixo e saiba mais um pouco sobre os Orixás

 

Oxalá Oxum Oxóssi Xangô Iemanjá

 

Ogum Iansã Nanã Abaluaiê Exu

 

 

As entidades que se apresentam na Umbanda sob o nome dos orixás (Xangô, Oxum, etc.) são espíritos de alta evolução que se encaixam nessas vibrações e são chamados de falangeiros de Orixás. Essas entidades dificilmente falam, limitando-se a dar passes magnéticos através de gestos que também as identificam. Demoram pouco tempo incorporadas pois sua alta vibração cansa demasiadamente o médium, que desgasta grande quantidade de energia nessas incorporações.

 

ORIXÁS DONOS DA COROA

 

Nosso cérebro, funcionando como um aparelho receptor, é capaz de sintonizar todas as vibrações. As duas vibrações de Orixás que melhor sintonizamos - uma masculina e outra feminina - são denominadas Orixás donos-da-coroa ou, mais popularmente, pais de cabeça. Normalmente, uma das vibrações dos Orixás de coroa é mais forte que a outra, atua mais que a outra. Esse Orixá, que atua mais fortemente, é o chamado Orixá de frente e pode ser o masculino ou o feminino, independentemente do sexo do médium e determinará algumas características predominantes no médium.

Ex.: Filho de Ogum com Oxum, mas o médium é filho da Oxum, ou seja este Orixá toma conta da cabeça do deste médium.

 

AFINIDADES

 

Os filhos de fé não recebem influências apenas de um ou dois orixás. Da mesma forma que nós não ficamos presos à educação e à orientação de um pai espiritual, não ficamos também sob a tutela de nosso orixá de frente ou juntó.

Freqüentemente recebemos influências de outros orixás (como se fossem professores, avós, tios, amigos mais próximos na vida material). O fato de recebermos estas influências, não quer dizer que somos filhos ou afilhados desses orixás; trata-se apenas de uma afinidade espiritual.

Uma pessoa, às vezes, não se dá melhor com uma tia do que com uma mãe? Assim também é com os orixás. Podemos ser filhos de Ogum ou Oxum e receber mais influências de Xangô ou Iansã. Posso ser filho de Obaluaiê e não gostar de trabalhar com entidades que mais lhe dizem respeito (linha das almas), preferindo trabalhar com entidades de cachoeiras, o que de forma alguma, me faz ser adotado por estes outros orixás.

O importante é que nos momentos mais decisivos de nossas vidas, suas influências benéficas se façam presentes, quase sempre uma soma de valores e não apenas e individualmente, a característica de um único orixá.